sábado, 4 de agosto de 2007

AMANDO ARDENTEMENTE



De mansinho e bem devagarinho,
Isso mesmo, bem devagarinho,
Tal e qual uma gatinha,
Que quer se enroscar,
Deita aqui no meu colo,
Deita porque almeja por carinhos
Mesmo sem saber o porquê...
Dou a ela meus beijos bem profundos
E, ela suga-me os meus desejos,
Como se os desejo fossem só dela.

Toma-me nos seus braços,
E aperta com força e, fazendo amor
Me ama com ardor, se jogando no chão...
Amando dessa forma ardentemente,
Coloco o meu corpo dentro do seu,
Novamente volto a sugar sua boca,
Pois foi ela quem deu início...

Toco nos seios, ela treme, aí enlouquece,
Grita, urra, geme quando goza,
Murmura, sussurra palavras sem receio,
Fazendo para mim uma entrega total,
Do seu cheiro de sexo, de seu sorriso,
Do seu suor, dos seus carinhos mais intensos,
Dos seus secretos e íntimos desejos


Tancredo A. P. Filho

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