quinta-feira, 9 de agosto de 2007

DE REPENTE






De repente... ficamos unidos...

Respiração ofegante...

Num movimento cadenciado

De entra e sai...

O seu cheiro expandia-se pelo quarto,

Tornando essa nossa relação

Uma coisa sensacional...

Coisa só aos deuses era oferecida...

Gritando como uma louca...

Esperando pelo orgasmo de nós dois...

Eu retirava o falo pulsante

E, novamente quase no mesmo instante

Era introduzido... pois havia um clamor

Imediato, para continuar...

O movimento de vem e vai continuava,

Ela gemia, uivava como uma cadela no cio,

Pedia que a apertasse mais,

Que usasse de mais força,

Pois queria gozar junto comigo...

Após algum tempo nossos corpos

Ficaram eriçados, dentro dele ocorria

A mais sublime e gostosa sensação,

Éramos agraciados pelo maior orgasmo

Da nossa geração...

Era um gozo feito com todo calor

E amor que tínhamos no coração.





Tancredo A. P. Filho




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